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Especial Mulheres

Mulheres contam suas histórias de força e superação na pandemia

No Dia Internacional da Mulher, a RVS conta histórias de mulheres da região que passaram por transformações recentes durante a pandemia.

No Dia Internacional da Mulher, a RVS conta histórias de mulheres itarareenses que passaram por transformações recentes. Dentro de casa ou no trabalho, com os seus ou distante da família

A gente acorda uma pessoa diferente todo dia, ainda mais quando se vive uma pandemia. Acontecimentos positivos, conquistas e desafios tomaram outra forma. Em uma data como a de hoje, Dia Internacional da Mulher, criada décadas atrás para reivindicar equidade de gênero, a RVS conta histórias de quem passou por transformações recentes. Dentro de casa ou no trabalho, com os seus ou distante da família.

Entre essas mulheres, a que primeiro viveu as consequências da covid-19 foi Luciana Ferreira, de 41 anos. Em Itararé, onde passou por uma separação, destaca que ao começar a pandemia lutou para se recolocar no mercado de trabalho. “Achava que a pandemia iria durar pouco, que uns dias de lockdown resolveriam. Mas foi tomando a proporção que tomou, e acredito que não vá acabar tão cedo.”

Nos meses seguintes, ela passou a trabalhar em empregos temporários, e lutou grandemente pela sobrevivência. “Me esforcei muito, e continuo me esforçando, sempre dando o meu melhor, não é fácil voltar para o mercado de trabalho aos 41 anos”, destaca. “A única coisa que queria neste momento era um emprego, e que, claro, que eu, meus filhos, e minha mãe continuemos com saúde e livre desse vírus.”

Na mesma época que Luciana estava em busca de recolocação no mercado de trabalho, Aline Moraes, de 39, vivia os últimos meses da gestação de Emanuela. A covid-19 trouxe receio desde o início, mas o temor de contaminação aumentou quando ela entrou no hospital para ter a bebê, em maio. 

Aline utilizou máscara durante grande parte do parto, mas chegou um momento que não conseguia mais. “No ápice, fiquei sem pensar na pandemia. Mas depois voltei a ficar preocupada em usar máscara e a passar álcool em todos os objetos que as pessoas traziam.”

Já em casa, Aline contou com o suporte do marido e dos pais, que estavam em home office. “Foi louco viver a maternidade na pandemia”, conta. “Uma coisa que impactou foi a impossibilidade de dividir a felicidade com a família toda, com os amigos. Pessoas próximas que só conheceram (a bebê) pelas redes sociais.” 

A professora Viviane Alves dos Santos, de 36, também passou por grandes mudanças na vida pessoal na pandemia. Insatisfeita com o estilo de vida que levava morando em Sorocaba e, depois, em Iperó, ela e o marido Daniel Oliveira dos Santos, de 37, discutiam há tempos a possibilidade de voltar para Itararé, onde seus pais vivem. “Foi uma decisão para buscar paz. Não conseguia me acostumar com a vida em cidade grande.”

Após meses, eles encontraram o que procuravam em Itararé. Viviane, o marido e os filhos, Douglas, de 8, e Daniele, de 12, vivem desde outubro em ares itarareense. “Vejo que a mudança foi no momento certo, Itararé está nos fazendo um bem muito grande.”

Essa matéria faz parte do Especial Mulheres. Para acessar todas as reportagens desta série clique aqui. Nas redes sociais, a RVS pode ser encontrado no FacebookInstagramTwitter e YouTube. Para enviar uma sugestão ou critica entre em contato pelo nosso WhatsApp (15) 99719 6369.

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