Heróis da Pandemia

Heróis da Pandemia: conheça a motogirl Geisiele de Ceilândia

Distanciamento social colocou sob os holofotes uma das categorias mais estigmatizadas da sociedade, a dos motociclistas profissionais de entrega; conheça a motogirl Geisiele. 

Distanciamento social colocou sob os holofotes uma das categorias mais estigmatizadas da sociedade, a dos motociclistas profissionais de entrega; conheça a motogirl Geisiele. 

A vacina está chegando, e felizmente essa pandemia está com os dias contados. No entanto durante esses meses de pandemia ficar em casa e evitar a contaminação e a disseminação do Covid-19 deveria ser a regra para todos os brasileiros.

Mas mesmo com o isolamento social os brasilienses dependeram de uma série de pessoas que continuaram saindo às ruas diariamente para prestar serviços básicos necessários para manter esse isolamento.

A RVS Brasília inicia hoje, 8 de janeiro, uma série de entrevistas para retratar histórias desses profissionais, os Heróis da Pandemia, que durante a pandemia saiam às ruas por sobrevivência.

MOTORGIRLS DE CEILÂNDIA

Nossa primeira história tem como protagonista Geisiele Ferreira, de 37 anos, moradora de Ceilândia (DF), e trabalha como motogirl há quase um ano.

A rotina de Geisiele, começa às 10h, e só vai parar depois da meia-noite. Tanto trabalho assim para ajudar você a ficar em casa, reduzindo assim os riscos de contágio do coronavírus.

Como entregadora de comida, Geisiele, viu a demanda aumentar consideravelmente durante a pandemia já que bares, restaurantes e lanchonetes tiveram o seu funcionamento limitado durante o quarentena decretada pelo governador do DF no ano passado.

Distanciamento social colocou sob os holofotes uma das categorias mais estigmatizadas da sociedade, a dos motociclistas profissionais de entrega; conheça a motogirl Geisiele. 

RECOMEÇO NA PANDEMIA

Moradora de Ceilândia, Geisiele antes de ser motogirl trabalhava como representante comercial, mas foi demitida pouco antes do inicio da pandemia do novo coronavírus. Com isso, ela aproveitou a oportunidade e a paixão que tem por motos. “Os motoboys e motogirls ganhou mais relevância com essa pandemia, mas sempre foi muito importante. Não é fácil andar de moto na chuva, com a pista molhada, correndo risco de ser assaltada”, ressalta.

A demanda por delivery de refeições aumentou, mas juntamente, aumentou o preconceito: “Uso luvas, máscara, mantenho distância, uso álcool em gel entre as entregas. Mas muitos me olham com cara de nojo, várias coisas que deixam a gente super triste”. Para ela, ser autônomo não é fácil: “Muitos não valorizam os entregadores, não imaginam os gastos que temos para nos manter na ativa, é um grande desafio diário que temos que enfrentar”.

Nas redes sociais, a RVS pode ser encontrada no FacebookInstagramTwitter e YouTube. Para enviar uma sugestão ou critica entre em contato pelo nosso WhatsApp (61) 3526-7399.

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